Os duplos digitais de “Spree” (2020) de Eugene Kotlyarenko e “Cam” (2018) de Daniel Goldhaber, Parte II
A partir do uso de câmaras intradiegéticas de plataformas livestream presentes nos filmes Spree (2020), de Eugene Kotlyarenko, e Cam (2018), de Daniel Goldhaber, este ensaio procura refletir sobre a noção de duplo digital. Este duplo digital obedece não apenas a uma forma consciente de auto-vigilância, como pode ser também uma maneira de capitalizar essa versão no contexto de uma economia da atenção. Artigo →
