A partir do uso de câmaras intradiegéticas de plataformas livestream presentes nos filmes Spree (2020), de Eugene Kotlyarenko, e Cam (2018), de Daniel Goldhaber, este ensaio procura refletir sobre a noção de duplo digital. Este duplo digital obedece não apenas a uma forma consciente de auto-vigilância, como pode ser também uma maneira de capitalizar essa versão no contexto de uma economia da atenção. Artigo →
Author: Gabriel Luna
Gabriel Luna (Recife, 1998) é doutorando em Ciências e Tecnologias das Artes na Universidade Católica Portuguesa, onde integra o CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes, na área de Cinema e Artes Visuais. Atua também como pesquisador e programador. É membro do Cineclube da Escola das Artes.
Os duplos digitais de “Spree” (2020) de Eugene Kotlyarenko e “Cam” (2018) de Daniel Goldhaber, Parte I
A partir do uso de câmaras intradiegéticas de plataformas livestream presentes nos filmes Spree (2020), de Eugene Kotlyarenko, e Cam (2018), de Daniel Goldhaber, este ensaio procura refletir sobre a noção de duplo digital. Tendo por base a leitura crítica das obras Doppelgänger: A Trip into the Mirror World (2023), de Naomi Klein, e A Sociedade da Transparência (2014), de Byung-Chul Han, propõe-se pensar a ideia de duplo digital a partir de uma necessidade de criação individual de uma versão ideal e partilhável de si mesmo. Artigo →
