A partir do uso de câmaras intradiegéticas de plataformas livestream presentes nos filmes Spree (2020), de Eugene Kotlyarenko, e Cam (2018), de Daniel Goldhaber, este ensaio procura refletir sobre a noção de duplo digital. Tendo por base a leitura crítica das obras Doppelganger: A Trip into the Mirror World (2023), de Naomi Klein, e A Sociedade da Transparência (2025), de Byung-Chul Han, propõe-se pensar a ideia de duplo digital a partir de uma necessidade de criação individual de uma versão ideal e partilhável de si mesmo. Artigo →
