Numa arrebatadora «inveja» do movimento natural do mundo, o Homem montou um «exército» de objectos por si talhados, perigosos mas suficientemente domesticados, prontos para consigo manobrar e tornear as curvas da Terra, disse Marinetti1. Longe de considerar a técnica como instaladora de domínio e controlo do ser humano sobre o mundo natural, na mecanologia de Gilbert Simondon a técnica vive na ressonância entre natureza e sujeito, assumindo-se como a interface que quebra a clássica bipolaridade entre sujeito e objecto. Artigo →
Video-Cartas V
A Máquina como Performer.
Em resposta a Manuel Damásio. Artigo →
Vídeo-Cartas IV
A Máquina como Performer.
Em resposta a Isabel Valverde. Artigo →
