O presente ensaio propõe-se pensar o fragmento no contexto do desenho, procurando inscrever a questão no âmbito do debate imagético. Apoiado numa análise de obras selecionadas, argumenta-se que, a partir do final do séc. XIX, o fragmento passa a ser utilizado de forma ativa e autossuficiente. Artigo →
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Jauja: quando o fluxo do afeto encontra o fragmento da pulsão
Lisandro Alonso possui uma trajetória expressiva, marco importante daquilo que foi chamado de “Cinema de Fluxo”. Dentro da estética em questão e a partir de seu filme Jauja (2014), o ensaio movimenta uma relação de oposição entre as ideias de fluxo e fragmento. Artigo →
O Precário Absoluto
A reflexão romântica sobre o fragmento transformou as noções de obra e de autor, pensando pela primeira vez a leitura como questão. A ideia de fragmento como devir mantém-se presente na teoria contemporânea e afecta inúmeras práticas artísticas modernas. Artigo →

